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    Salmo 127

    1 Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.

    2 Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem.

    3 Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.

    4 Como flechas na mão dum homem valente, assim os filhos da mocidade.

    5 Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem com os seus inimigos à porta.

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    O Lenhador e a Raposa

    Existiu um Lenhador que acordava as 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.

    Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
    Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.

    Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do Lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável.
    Quando ela sentisse fome comeria a criança.

    O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
    Os vizinhos insistiam:
    - "Lenhador abra os olhos ! A Raposa vai comer seu filho."
    - "Quando sentir fome, comerá seu filho ! "

    Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários - ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada ... o Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa ...

    Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranqüilamente e ao lado do berço uma cobra morta ...
    O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos.

    Se você confia em alguém e já orou e perguntou a Deus sobre isto e Ele confirmou , não importa o que os outros pensem a respeito e siga sempre o que diz seu coração , pois é lá que o Senhor vai falar e lhe mostrar . Não se deixe influenciar ...

    terça-feira, 10 de novembro de 2009

    Embarcações das Coreias do Sul e do Norte se enfrentam


    Embarcação da Coreia do Norte sofreu grandes danos. Confronto ocorreu na fronteira marítima entre os dois países.

    Embarcações da Coreia do Sul e da Coreia do Norte se enfrentaram nas águas do Mar Ocidental (Mar Amarelo) nesta terça-feira (10), informou o Ministério de Defesa sul-coreano,

    Os disparos teriam causado grandes danos na embarcação norte-coreana, segundo comunicado da Marinha sul-coreana.

    O confronto agravou a tensão na península, poucos dias antes da visita a Seul do presidente norte-americano, Barack Obama.

    O Ministério de Defesa de Seul informou que a patrulha da Coreia do Norte cruzou a fronteira marítima, o que levou os sul-coreanos a realizarem “disparos de advertência”. Os tiros teriam sido respondidos pelos norte-coreanos.

    O canal sul-coreano YTN, citando fontes militares, informou que a embarcação norte-coreana atravessou a fronteira quando perseguia um pesqueiro chinês que operava na região.

    O Ministério da Defesa informou ainda que o confronto não deixou feridos entre os sul-coreanos. As agências internacionais de notícias não têm informações sobre feridos do lado norte-coreano.

    A linha de fronteira marítima entre os dois países, em tese ainda em guerra, já que não assinaram um tratado de paz para acabar com o conflito de 1950-1953, nunca foi reconhecida pelo Norte e é uma área de de frequentes disputas entre as duas Coreias.

    Em 1999, uma embarcação norte-coreana foi afundada após um confronto, deixando cerca de 80 mortos. Em 2002, barcos de guerra norte-coreanos dispararam contra embarcações do país vizinho, deixando quatro mortos e 18 feridos.

    Em outubro, a Marinha de Pyongyang acusou a Coreia do Sul de enviar barcos de guerra à região fronteiriça para aumentar a tensão entre os dois países, e chegou a advertir que a “menor provocação militar poderia desencadear um confronto armado”.

    Pedido de desculpas

    As autoridades norte-coreanas exigiram um pedido de desculpas, e denunciaram uma “grave provocação armada”.

    “As autoridades militares sul-coreanas devem apresentar desculpas ao Norte por esta provocação armada, e adotar as medidas para que uma provocação similar não volte a se repetir”, afirma o Estado-Maior norte-coreano em um comunicado divulgado pela agência KCNA.

    Exército ocupa fronteira em ação antitráfico


    Nos limites com Bolívia e Paraguai, cerca de 1.600 km serão vigiados para combater entrada de armas e drogas no país; Haverá barreiras simultâneas nas estradas e acessos entre os países e os Estados de MT e MS; a operação deve durar até a próxima sexta-feira.

    Sergio Torres
    O Exército ocupa hoje a fronteira dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul com Bolívia e Paraguai na tentativa de impedir a entrada de drogas e armas para as facções criminosas que atuam no Sudeste, especialmente no Rio.

    Desde 2005, o Exército já realizou quatro ações do tipo, sem sucesso. As quadrilhas continuam a trazer dos países vizinhos armas como metralhadoras, fuzis e pistolas, além de maconha e cocaína, para as facções CV (Comando Vermelho), TC (Terceiro Comando) e ADA (Amigo dos Amigos), no Rio, e PCC (Primeiro Comando da Capital), em São Paulo. Desta vez, o planejamento prevê a destruição com retroescavadeiras e até dinamite de trilhas que ligam o território boliviano a Corumbá (MS). É por ali, diz a polícia do Rio, que ingressa no Brasil parte das armas usadas por traficantes.

    Na Bolívia, o foco do tráfico de armas é a região de Puerto Suárez, a 11 km do marco da fronteira seca em Corumbá. De lá alcança-se o Brasil com facilidade, por via terrestre e fluvial. O policiamento no lado da Bolívia inexiste. No Brasil, é precário. Em Corumbá, os efetivos da PF (Polícia Federal), com 40 policiais, e da Polícia Civil, com 50, são considerados insuficientes pelos próprios delegados que os comandam. Em área, Corumbá é o maior município sul-matogrossense. São 65.165,8 km2, dois terços desabitados por causa da extensão do Pantanal.

    Da operação deflagrada hoje pelo Exército com o nome de Cadeado, participam PF, Polícia Rodoviária Federal, Receita, polícias Civil e militar dos dois Estados, Marinha e Ibama. Na região de Corumbá, o Exército vai atuar com 450 homens, com o apoio de lanchas, para o bloqueio do rio Paraguai e afluentes, ao longo de cerca de 400 km de fronteiras.

    Ao todo, cerca de 1.600 km de fronteiras serão vigiados em MT e MS. Haverá barreiras simultâneas nas estradas e acessos entre os países. A operação deve durar até a próxima sexta. A PF, a Polícia Civil e o Exército mantiveram entendimentos prévios sobre a operação com a Polícia Boliviana, em Puerto Suárez. A intenção era a de que os bolivianos fizessem uma fiscalização mais efetiva ao longo desta semana, o que, até ontem, não estava definido.

    O quartel da Polícia Boliviana na cidade é desprovido de equipamentos. Não há sequer um telefone capacitado para ligações internacionais. O único número disponível é o 110, para chamadas de cidadãos na Bolívia que precisem de ajuda. Para manter-se em contato com o comando de Fronteira Policial da Polícia Boliviana em Puerto Suárez, os policiais brasileiros cederam um celular ao coronel Osvaldo Peláez Ramos. Também não há computadores ligados à internet no quartel.

    A 100 m da sede municipal da Polícia Boliviana há um cais de madeira de onde zarpam embarcações que seguem para o Brasil, pela laguna Cáceres e pelo canal Tamengo, até chegar ao rio Paraguai. Não há nenhuma vigilância ou fiscalização sobre o que elas carregam.

    Exército ocupa fronteira em ação antitráfico


    Nos limites com Bolívia e Paraguai, cerca de 1.600 km serão vigiados para combater entrada de armas e drogas no país; Haverá barreiras simultâneas nas estradas e acessos entre os países e os Estados de MT e MS; a operação deve durar até a próxima sexta-feira.

    Sergio Torres
    O Exército ocupa hoje a fronteira dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul com Bolívia e Paraguai na tentativa de impedir a entrada de drogas e armas para as facções criminosas que atuam no Sudeste, especialmente no Rio.

    Desde 2005, o Exército já realizou quatro ações do tipo, sem sucesso. As quadrilhas continuam a trazer dos países vizinhos armas como metralhadoras, fuzis e pistolas, além de maconha e cocaína, para as facções CV (Comando Vermelho), TC (Terceiro Comando) e ADA (Amigo dos Amigos), no Rio, e PCC (Primeiro Comando da Capital), em São Paulo. Desta vez, o planejamento prevê a destruição com retroescavadeiras e até dinamite de trilhas que ligam o território boliviano a Corumbá (MS). É por ali, diz a polícia do Rio, que ingressa no Brasil parte das armas usadas por traficantes.

    Na Bolívia, o foco do tráfico de armas é a região de Puerto Suárez, a 11 km do marco da fronteira seca em Corumbá. De lá alcança-se o Brasil com facilidade, por via terrestre e fluvial. O policiamento no lado da Bolívia inexiste. No Brasil, é precário. Em Corumbá, os efetivos da PF (Polícia Federal), com 40 policiais, e da Polícia Civil, com 50, são considerados insuficientes pelos próprios delegados que os comandam. Em área, Corumbá é o maior município sul-matogrossense. São 65.165,8 km2, dois terços desabitados por causa da extensão do Pantanal.

    Da operação deflagrada hoje pelo Exército com o nome de Cadeado, participam PF, Polícia Rodoviária Federal, Receita, polícias Civil e militar dos dois Estados, Marinha e Ibama. Na região de Corumbá, o Exército vai atuar com 450 homens, com o apoio de lanchas, para o bloqueio do rio Paraguai e afluentes, ao longo de cerca de 400 km de fronteiras.

    Ao todo, cerca de 1.600 km de fronteiras serão vigiados em MT e MS. Haverá barreiras simultâneas nas estradas e acessos entre os países. A operação deve durar até a próxima sexta. A PF, a Polícia Civil e o Exército mantiveram entendimentos prévios sobre a operação com a Polícia Boliviana, em Puerto Suárez. A intenção era a de que os bolivianos fizessem uma fiscalização mais efetiva ao longo desta semana, o que, até ontem, não estava definido.

    O quartel da Polícia Boliviana na cidade é desprovido de equipamentos. Não há sequer um telefone capacitado para ligações internacionais. O único número disponível é o 110, para chamadas de cidadãos na Bolívia que precisem de ajuda. Para manter-se em contato com o comando de Fronteira Policial da Polícia Boliviana em Puerto Suárez, os policiais brasileiros cederam um celular ao coronel Osvaldo Peláez Ramos. Também não há computadores ligados à internet no quartel.

    A 100 m da sede municipal da Polícia Boliviana há um cais de madeira de onde zarpam embarcações que seguem para o Brasil, pela laguna Cáceres e pelo canal Tamengo, até chegar ao rio Paraguai. Não há nenhuma vigilância ou fiscalização sobre o que elas carregam.

    Uribe denunciará Chávez à ONU

    Reação da Colômbia acontece após governo da vizinha Venezuela ordenar que seu Exército se prepare para um possível enfrentamento militar com os colombianos.

    A Colômbia declarou que irá recorrer ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) e à Organização dos Estados Americanos (OEA) depois de o governo da vizinha Venezuela ordenar que seu Exército se prepare para um possível enfrentamento militar a fim de garantir a paz na região. Nos últimos tempos, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, gastou mais de US$ 3 bilhões na compra de armas, levando a secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, a alertar sobre uma corrida armamentista na região.

    “Considerando as ameaças de guerra anunciadas pelo governo da Venezuela, o governo da Colômbia propõe ir à Organização dos Estados Americanos e ao Conselho de Segurança da ONU”, disse em nota o presidente colombiano Álvaro Uribe. A Colômbia também sugeriu um “diálogo franco” com a Venezuela a respeito da sua prolongada desavença diplomática.

    Há meses, Chávez tem dito que um acordo de cooperação militar assinado em outubro entre Colômbia e EUA pode prenunciar uma invasão norte-americana em seu país, a partir do território colombiano. Bogotá e Washington rejeitam a ideia, dizendo que o objetivo da cooperação militar é apenas combater o narcotráfico e as guerrilhas da Colômbia.

    No entanto, Washington vê Uribe como um anteparo contra Chávez e outros governos socialistas da região, como o do equatoriano Rafael Correa. Chávez, Correa e Uribe buscaram nos últimos anos ampliar sua permanência no poder, por meio de reformas constitucionais que permitissem suas reeleições.

    Comércio
    Uribe recentemente pediu à Organização Mundial do Comércio (OMC) que interceda depois de Chávez proibir a importação de alguns produtos colombianos, em protesto contra o acordo militar Bogotá-Washington. Bogotá diz que a proibição venezuelana agravou a recessão na Colômbia e afetou ainda mais as exportações do país, já prejudicadas pela crise global.

    A Colômbia é o segundo maior parceiro comercial da Venezuela, e vice-versa, sendo os EUA o primeiro para ambos. No ano passado, o comércio bilateral entre os vizinhos superou os US$ 57 bilhões.

    Fonte: Jornal do Brasil

    Para jornalista venezuelano, imprensa internacional distorce as palavras do Presidente Hugo Chávez

    Alfredo Viloria Perez
    jornalista e radialista venezuelano
    Os ataques da imprensa internacional contra a Venezuela começaram uma década atrás, quando o presidente Hugo Chávez tomou posse e se recusou a seguir as indicações de Washington, do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. Nós venezuelanos já suportamos por dez anos esses ataques apoiados pelos EUA e com base em mentiras, manipulação e ocultação da verdade. No último episódio de seu programa dominical de rádio, “Alô Presidente”, Hugo Chávez instou os venezuelanos e militares a se prepararem para defender a Venezuela contra a ameaça representada pela presença militar norte-americana em bases navais, aéreas e terrestres da Colômbia.

    “A melhor forma de evitar a guerra é nos preparando para ela”, afirmou veementemente o presidente venezuelano em seu chamado a militares, trabalhadores, estudantes e mulheres para que estejam prontos para defender a pátria de Bolívar. Imediatamente veio a ordem de Washington – direta ou indiretamente – a todas as redações de jornais e redes de televisão do mundo para que divulgassem as palavras de Chávez deste modo: “Preparem-se para uma guerra com a Colômbia”.

    O que a imprensa diz não é nenhuma novidade para os filhos de Bolívar. É por isso que sempre seguimos a regra da inversão: Se a mídia diz que algo é bom, sabemos que é ruim; se ela diz que alguém é mau, o defenderemos. Se os EUA executam junto a seus aliados do governo colombiano um plano para monitorar e atacar quando considerarem necessário, qual seria a reação lógica de seus vizinhos? Preparar, naturalmente, um programa sistemático para se defender.

    Como Chávez já afirmou em inúmeras oportunidades, queremos deixar claro mais uma vez que o povo da Venezuela ama os colombianos, um povo digno e sofrido, um conjunto de homens e mulheres que não permitirão que a pátria de Camilo Torres e Jorge Eliécer Gaitán, se torne apenas uma nova estrela na bandeira norte-americana.

    Fonte: Jornal do Brasil

    Oferta da Dassault inclui parceria com a Embraer




    Empresa promete montagem no Brasil de 30 dos 36 caças e até 50% de nacionalização.

    Virgína Silveira
    Considerada a parceira estratégica preferencial do Brasil pelo presidente Lula, a Dassault, finalista na concorrência para a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), propôs ao governo a transferência irrestrita de tecnologia para 67 projetos brasileiros. Segundo a Dassault, a oferta entregue ao Comando da Aeronáutica no final de outubro, cobre mais de 100% do valor do contrato de compra dos caças, estimado em US$ 4 bilhões.

    A Dassault Aviation participa do programa F-X2 da FAB com o consórcio Rafale International, formado também pelas empresas francesas Snecma, do grupo Safran, e a Thales. De acordo com a empresa, o consórcio se comprometeu em fazer a montagem, no Brasil, de 30 dos 36 caças que serão comprados pelo programa F-X2, com peças fabricadas no país por empresas brasileiras. "Faremos a montagem no Brasil a partir do sétimo caça, com linha de fabricação na Embraer", afirmou um porta-voz.

    Segundo ele, o consórcio espera que, pelo menos, 50% das peças do Rafale sejam produzidas no Brasil até o final da entrega dos 36 aviões previstos neste primeiro contrato, mas há a possibilidade de, no futuro, a FAB comprar até 120 caças. "Faremos não só peças pequenas, mas também partes estruturais, como as asas, que vão poder ser fabricadas pela Embraer, caso vençamos este contrato", afirmou.

    O presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB), Walter Bartels, ressalta que os novos projetos de aquisição de equipamentos de defesa devem promover a autonomia tecnológica da indústria brasileira. "O processo de transferência de tecnologia se dá quando se realiza a inovação ou o desenvolvimento tecnológico dentro da indústria". Bartels cita o caso do programa AMX, feito em cooperação com empresas e o governo italiano. "O Brasil pagou 30% do seu desenvolvimento e dominou 100% do avião".

    O programa de cooperação industrial, mais o pacote de transferência de tecnologias, proposto pela Dassault, prevê a criação de três mil empregos diretos e indiretos no Brasil, por um período de 10 anos. Este número, de acordo com o executivo da empresa, poderá ser ampliado para 24 mil, com as atividades de fabricação dos caças nas indústrias do setor aeroespacial brasileiro e também da transferência de tecnologia, através da criação de inúmeros subprodutos.

    A Embraer, de acordo com o executivo, será a principal empresa de cooperação do consórcio Rafale, juntamente com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), ambos em São José dos Campos (SP). "Como fabricante aeronáutica e integradora de sistemas, a Embraer terá total autonomia para liderar em cooperação com a indústria brasileira, as adaptações e aperfeiçoamentos futuros na aeronave Rafale e seus sistemas", afirma o Consórcio Rafale em documento.

    Cooperar com a Embraer, segundo o porta voz da Dassault, vai ampliar os conhecimentos da empresa, dando a ela autonomia para realizar, de forma independente, o projeto da próxima geração de caças brasileiros. "A indústria brasileira e, especialmente a Embraer, adquiriram novas capacidades tecnológicas com o programa AMX. Com o Rafale elas poderão ir muito além do que conquistaram com o AMX", ressalta o executivo.

    Como prometido pelo presidente francês Nicolas Sarkozy, durante sua visita ao Brasil, no dia 7 de setembro, o consórcio Rafale reforça seu interesse em apoiar o desenvolvimento do cargueiro KC-390, da Embraer. Essa parceria poderá ser realizada através da transferência de tecnologia no campo do domínio chave e altamente sensível dos Sistemas Digitais de Controle de Vôo (DFCS). "É importante destacar que as tecnologia DFCS são dominadas por pouquíssimas empresas no mundo e desejadas por muitas", afirma o porta-voz.

    A transferência de tecnologias sensíveis, que o Brasil ainda não tem o domínio, também é um dos pontos de destaque da proposta do Consórcio Rafale, segundo o porta-voz da empresa. A aprovação para transferência irrestrita de tecnologia, de acordo com o executivo, já foi oficialmente notificada ao Comando da Aeronáutica por autoridades francesas.

    Entre as tecnologias consideradas essenciais oferecidas pelas empresas do consórcio Dassault estão a integração aeromecânica de armas e casulos, engenharia da estrutura do avião, software de radar e de sistema de missão, tecnologias de sistemas digitais de controle de voo, integração de motor, aplicativos de pirotecnia espacial, projetos de redes de sistemas de veículos aéreos não tripulados, entre outros.

    Fonte: Valor Econômico

    Brasil É Solicitado Em Briga Entre Colômbia e Venezuela

    O principal passo na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela permaneceu aberto hoje, enquanto setores colombianos pedem que sejam feitas gestões de países como o Brasil e a Espanha para ajudar a reduzir as tensões políticas entre os dois países.

    Enquanto isso, o presidente da Bolívia, Evo Morales, manifestou apoio ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e antecipou que pedirá uma reunião de emergência da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba) na qual será discutida a crise entre Venezuela e Colômbia.

    A senadora colombiana Cecília López, do Partido Liberal, da oposição, indicou que Bogotá deveria pedir a um terceiro país que abra o diálogo entre Colômbia e Venezuela, ao mesmo tempo que descartou qualquer possível conflito armado, como ontem deixou entrever o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. “Uma guerra entre Colômbia e Venezuela é o mais absurdo. Somos países amigos”, disse.

    O ex-chanceler colombiano Guillermo Fernández de Soto (1998-2002) disse em entrevista por telefone que essa gestão para mediar a crise poderia ser feita pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que tem boas relações tanto com Chávez quanto com o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe.

    De Soto agregou que, descontando o exagero do discurso de Chávez, a diferença da crise atual para outras mais antigas é que agora existem “incidentes com mortos e isso é preocupante”.

    Por sua vez, o vice-chanceler da Venezuela, Francisco Arias, disse em entrevista em Caracas à emissora de rádio “Caracol da Colômbia” que não é seu país e nem Bogotá os que “promovem uma guerra” entre as duas nações vizinhas, e sim “os Estados Unidos”.

    “A verdadeira provocação e causa da guerra”, disse Arias, “é que com o acordo assinado em 30 de outubro entre Bogotá e Washington, para que militares norte-americanos usem bases colombianas, estão trazendo um elefante para caminhar sobre uma cristaleira, como são os Estados Unidos”.

    Nas últimas semanas, Chávez elevou o tom das críticas a Bogotá e a Washington, em meio a reportagens sobre o assassinato de pelo menos uma dezena de homens no lado venezuelano da fronteira, entre eles nove colombianos.

    No começo de novembro, dois guardas nacionais venezuelanos foram baleados por desconhecidos em um posto de controle na fronteira. Caracas acusou que os autores das mortes dos guardas seriam paramilitares colombianos, mas não forneceu mais detalhes. A Colômbia afirmou que as acusações eram graves.

    Após as mortes dos dois guardas em 2 de novembro, a Venezuela ordenou o fechamento da fronteira por 36 horas. Neste final de semana, vários postos na fronteira ficaram temporariamente fechados, entre eles a passagem na ponte internacional Simón Bolívar, que une a cidade venezuelana de San Antonio com a colombiana de Cúcuta, uns 400 quilômetros ao noroeste de Bogotá. O eixo San Antonio-Cúcuta é o com maior volume de trânsito na fronteira, com milhares de pessoas e 20 mil veículos cruzando a ponte todos os dias.

    Morales apoia Chávez

    O presidente da Bolívia apoiou Chávez e disse que a Colômbia “é uma base militar dos EUA”. Segundo ele, “o que Guantánamo é para Cuba, a Colômbia agora é para a Venezuela, Nicarágua, Equador e Bolívia. Agora existe outra Guantánamo”, disse fazendo uma comparação com a base norte-americana de Guantánamo, na ilha de Cuba.

    Morales também pediu a derrota, nas eleições colombianas de maio de 2010, dos partidos e políticos colombianos que apoiam o uso de bases militares do país pelos EUA. “É melhor que antes de chegar a conflitos e agressões, que as organizações políticas sejam derrotadas democraticamente na Colômbia, e digo isso mesmo que falem que é uma intromissão, mas estou obrigado a defender a soberania dos povos da América Latina”, disse Morales.
    Fonte: Yahoo noticias

    Apoio do Reino Unido reforça a oferta Gripen da Suécia ao Brasil




    É esperado que, no final de novembro, o Brasil faça o anúncio oficial sobre a negociação inicial de 36 caças para o programa FX-2, após uma avaliação que incluiu os caças Boeing F/A-18E/F Super Hornet, o Dassault Rafale e o Saab Gripen NG.

    De acordo com fontes da indústria, a seleção da plataforma deverá ser confirmada pelo Conselho Nacional de Defesa do Brasil – presidido por Luiz Ignacio Lula da Silva – após a entrega de um relatório com 26.000 páginas, compilado pela Aeronáutica, sob a supervisão de seu comandante, o Brigadeiro Juniti Saito.

    Com a proximidade da decisão final, a Saab montou uma operação final, com o objetivo de promover o Gripen NG que, segundo a empresa, é o candidato preferido da FAB e da Embraer, a futura parceira da empresa vencedora na fabricação da aeronave selecionada.

    Ultimamente, os esforços envidados pela empresa sueca ganharam também o apoio do governo do Reino Unido, que lançou todo o seu peso em respaldo ao Gripen, após a escolha, para o modelo NG, do radar AESA (active electronically scanned array) Vixen 1000E/ES05 Raven, fabricado pela Selex Sensors & Airborne Systems.

    Segundo o órgão de Comércio & Investimentos do Reino Unido, o conteúdo britânico do Gripen NG, no momento, é igual a 20% de seu valor, sobretudo em função da seleção feita pelo radar, sendo que outras possíveis integrações poderiam aumentar esta taxa para 25%.

    Tudo indicava que o resultado da disputa pelo contrato do FX-2 já havia sido determinado, em 7 de setembro, quando o Presidente Lula e seu colega francês, Nicolas Sarkozy, participaram juntos de uma coletiva de imprensa, quando foi manifestada a preferência pelo Rafale.

    Rapidamente, o Ministro da Defesa do Brasil se distanciou desta declaração e convidou as três empresas participantes para uma segunda rodada de melhores propostas.

    De acordo com uma fonte do setor, a Saab teme que razões políticas dêem a vitória ao Rafale, no Brasil, com uma escolha que fortaleça ainda mais a relação estratégica do País com a França.

    O governo do Presidente Lula já firmou acordos, no valor aproximado de US$ 12 bilhões, para adquirir equipamentos dos franceses, incluindo os helicópteros Eurocopter EC725 e submarinos.

    A Saab promove os menores custos de aquisição e operacionais do Gripen NG, em comparação com seus rivais bimotores, além de fazer promessas significativas de natureza industrial e técnica.

    "Nossa única intenção é compratilhar nossa tecnologia", diz um executivo da empresa, acrescentando ainda: "podemos fazer uma diferença considerável para a sua indústria".

    A oferta final da Suécia vem acompanhado de um pacote de contrapartida, avaliado em 175% do valor do contrato do programa FX-2, incluindo também atividades conjuntas de desenvolvimento do Gripen NG. A intenção da Saab é viabilizar, para 2014, a produção dos primeiros exemplares, saindo simultaneamente das linhas de produção, montadas no Brasil e na Suécia.

    Sua oferta incluiria ainda a possibilidade da Embraer de liderar futuras campanhas de exportação, na América Latina. A Saab já identificou possíveis oportunidades de vendas na Argentina, Colômbia, Equador, México e Peru.

    Rafale disparou pela primeira vez uma bomba guiada AASM e um míssil ar-ar Mica


    Um Rafale disparou pela primeira vez uma bomba guiada AASM e um míssil ar-ar Mica na mesma missão demonstrando a sua flexibilidade operacional .

    No dia 27 de Outubro 2009 um caça Rafale pertencente a unidade de ensaios Centre des Expériences Aériennes Militaires (CEAM), em Mont-de-Marsan, disparou em uma mesma missão dois tipos de armas no campo de provas de Biscarosse.

    primeiro o caça disparou um AASM-IIR (ar-terra arma modular) equipado com um sensor infravermelho (IIR)para ataque a alvos terrestres. O AASM-IIR atingiu o alvo com a acuracidade esperada após ter sido lançado de mais de 45 km.

    O caça então disparou um míssil ar-ar MICA EM (sistema de guia radar) que atingiu um alvo que simulava uma ameaça aérea. Ambos disparos tiveram êxito.

    Esses disparos demonstram a abilidade do Rafale em lancer armas de precisão longo alcance e ainda manter a sua capacidade de defesa contra ameaças aéreas.

    O AASM-IIR é uma versão avançada da da bomba guiada AASM INS / GPS (sistema de guia inercial/GPS) em uso desde 2008 no Afeganistão.

    Como a versão anterior, o AASM-IIR tem um sistema de guia que combina o GPS e INS (navegação inercial) mas incorpora um sistema de guia infravermelho.

    Com o sistema de guia híbrido GPS/inercial, a acuracidade obtida é entre 5 a 10 metros. Incorporando um sensor infravermelho a acuracidade aumenta para menos de cinco metros.


    Um Rafale disparou pela primeira vez uma bomba guiada AASM e um míssil
    ar-ar Mica na mesma missão demonstrando a sua flexibilidade operacional .


    Após ser lançada do avião, a AASM-IIR segue para a área cujas coordenadas foram previamente programadas no sistema de navegação inercial. Na fase terminal do vôo, a bomba é guiada até o alvo pela comparação das imagens obtidas com as que foram previamente registradas em sua memória, aumentando assim a precisão do ponto de impacto.

    Ambas versões da AASM oferecem a flexibilidade da capacidade do ataque de precisão, enquanto permitem ao Rafale permanecer fora do alcance efetivo das defesas antiaéreas do inimigo, assim incorporando a sua capacidade operacional tanto que pode conduzir operações de apoio aéreo aproximado como missões em profundidade no território inimigo.

    O CEAM espera fornecer o AASM-IIR às unidades operacionais no início de 2010.

    Uma terceira versão da AASM com guia laser, que será empregada preferencialmente contra alvos móveis está atualmente em desenvolvimento.

    Encontro Empresarial Brasil - Israel

    Local de realização:
    Edifício Sede - FIESP

    Data do evento:
    12/11/2009

    Horário do evento:
    09:30 às 18:00

    Programa:
    9h30 Rodadas de Negócios
    Local: 11º andar

    15h Seminário
    Welcome Coffee e Credenciamento

    15h30 Abertura
    Roberto Giannetti da Fonseca, Diretor Titular Adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior - FIESP (a confirmar)
    Joseph Ackerman, President & CEO, Elbit Systems Ltd
    Jayme Blay, Presidente da Câmara Brasil - Israel

    15h45 O setor de tecnologia em Israel e no Brasil: O desenvolvimento do setor em Israel e Oportunidades de parcerias
    Carlos Henrique de Brito Cruz, Presidente do Conselho Superior de Tecnologia e Competitividade - FIESP
    Rachel Roei-Rothler, Diretora do Centro de Promoção de Investimento do Ministério da Indústria,Comércio e Trabalho

    16h15 Relação Israel - MERCOSUL pós Acordo de Livre Comércio
    Mario Marconini, Diretor do Departamento de Ralações Internacionais e Comércio Exterior da FIESP (a confirmar)
    Avi Hefetz, Diretor Geral do Instituto de Exportação e Cooperação Internacional de Israel

    17h Encerramento
    Paulo Skaf, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP (a confirmar)
    Shimon Peres, Presidente de Israel

    17h40 Assinatura de Memorando

    17h45 Coletiva de imprensa

    18h Coquetel

    Fonte:COMDEFESA

    Venda de mísseis brasileiros ao Paquistão pode irritar Índia



    Avalizada em 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a exportação de mísseis fabricados pela companhia brasileira Mectron ao Paquistão poderá se transformar em nova dor de cabeça para o governo. A empresa estaria em negociações com Islamabad para a venda de mais um lote desse armamento ao Paquistão, país que tem como inimigo e alvo a Índia, parceira estratégica do Brasil e sócia em dois foros emergentes.

    "Ainda não tenho notícias desse negócio. Não recebemos nenhum pedido de autorização. Mas, se aparecer, cada dia com a sua agonia", afirmou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, após confirmar a transação entre a Mectron e o Paquistão no ano passado.

    A venda de um lote de cem mísseis, em 2008, teria totalizado 85 milhões, segundo a Folha de S. Paulo. Mas os dados desse comércio foram omitidos das estatísticas oficiais brasileiras por se tratar de um bem altamente sensível, como explicou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Como se trata de uma exportação controlada pelo governo, o processo foi submetido à avaliação do Itamaraty, que desaconselhou o negócio por seu potencial de criar problemas bilaterais entre o Brasil e a Índia.

    O Ministério da Defesa, a outra área do governo que deve se manifestar sobre o comércio exterior de armas e munições, deu seu aval. Diante do impasse entre os dois ministérios, a questão foi levada ao presidente Lula, que liberou o embarque.

    Jobim justificou ontem que, como o contrato já havia sido firmado e submetido à Câmara de Comércio Exterior, teria de ser honrado. Na ocasião, as reclamações encaminhadas pela Índia ao Brasil acabaram contornadas com o argumento de que Nova Délhi também poderia se valer do Brasil como provedor de mísseis e os EUA fornecem armas para Índia e Paquistão. Em 2008, as reclamações não chegaram a repercutir no andamento dos projetos bilaterais nem no encaminhamento do Foro Ibas (Índia, Brasil e África do Sul) e do Foro Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), duas das frentes de convergência de economias em desenvolvimento.

    Compra dos caças só será tratada depois do dia 23




    O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse que, só na volta de sua viagem à Bélgica, China e Canadá, em 23 de novembro, é que tratará sobre a questão do processo de compra dos caças pelo Brasil. A informação foi dada pelo ministro após participar da abertura do 9º Seminário de Direito Militar no Superior Tribunal Militar (STM).

    Na palestra que fez, o ministro voltou a atacar os Estados Unidos, lembrando que ele é advogado e juiz e que "advogados e juízes trabalham com jurisprudência e a jurisprudência americana não é boa". Jobim reconheceu que a eleição de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos trouxe algumas mudanças na conduta daquele país, mas reiterou que, em recentes conversas que teve com autoridades americanas afirmou que, até que eles "revoguem a jurisprudência, não temos outra posição".

    O ministro se referia a diversos problemas enfrentados pelo Brasil quando foram vender equipamentos a outros países por bloqueios norte-americanos. Jobim lembrou que o Brasil não está comprando objetos, mas buscando a capacitação nacional.

    Questionado se essa sua posição significava que a Boeing, que fabrica o F18, estava em desvantagem no processo que concorre com o francês Rafale e com o sueco Gripen, ele disse que não sabe, porque o processo de compra dos caças ainda está em exame pela Força Aérea Brasileira (FAB). Depois de reiterar que reconhece as mudanças ocorridas na postura norte-americana, o ministro acrescentou que eles informaram que farão a transferência de tecnologia necessária e que os franceses falaram em transferência de tecnologia irrestrita.

    "Eu quero saber em termos de proposta o que significa uma e outra coisa. A FAB ainda está examinando as propostas e vai dar as informações necessárias", declarou o ministro, acrescentando que quatro pontos têm que ser observados nesse processo: a capacidade operacional; a transferência de tecnologia; o comprometimento com a capacitação nacional; e o preço do equipamento e da logística.

    Segundo Jobim, esses quatro elementos é que vão definir o modelo a ser escolhido. Ele lembrou que, se por exemplo, a Aeronáutica disser que tal modelo não interessa, nenhum outro ponto será analisado. Ele observou ainda que, se uma empresa oferecer um equipamento por R$ 1,00, mas não transferir tecnologia, também não tem o menor sentido. "Só se for para comprar jujuba", ironizou.

    Selo Recebido

    Selo Recebido

    Selo recebido

    Selo recebido
    Recebido Pastor Carlos Garcia

    SELO RECEBIDO

    SELO RECEBIDO
    recebido Pastora Tania

    Selo Recebido

    Selo Recebido
    Recebido Pastora Tãnia

    Salmos 91

    1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
    2 Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
    3 Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
    4 Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.
    5 Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,
    6 Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
    7 Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.
    8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
    9 ¶ Porque tu, ó SENHOR, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
    10 Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
    11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
    12 Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.
    13 Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
    14 Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
    15 Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
    16 Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.

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